sábado, 21 de março de 2009

Contagem regressiva para inauguração do Bob

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domingo, 24 de fevereiro de 2008

Sobre o Antes e o Depois

Tudo nessa vida tem um antes e um depois. É o princípio básico da comparação.
E se existe uma coisa que o ser humano sabe fazer é comparar. Você está comparando este texto neste exato momento com sua experiência própria em... comparação.
Um pouco complicado?
Pense um pouco. Por mais que você resista, você, provavelmente, não vai conseguir. Há sempre um segundo comando no nosso cérebro que vai criar comparações. E para os mais sádicos as comparações maldosas serão pratos cheios para piadas, ou jokes, como gosta de dizer o meu professor do inglês.
Sim. Finalmente resolvi começar o curso, mas isso é outra história. Até porque você está, inconscientemente, comparando qual seria o meu nível de inglês em relação ao seu. A resposta é simples, se você tiver prestado atenção em todas as aulas na escola, você está melhor que eu.
Várias linhas se passaram e eu não fiz um comentário sobre a foto. Bem, essa foto foi um trabalho que me exigiu bons minutos no photoshop e um pouco de paciência, diga-se de passagem. Porém o resultado agrada. Tenho certeza que a modelo aprovaria o resultado. Como recursos eletrônicos são interessantes, não? Agora você está imaginando se aquela celebridade que você viu em outro site é mesmo tão perfeita... veja só, rodamos um pouco dentro do assunto e aqui começa outra comparação...

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Puro egoísmo

Nos últimos dias, algumas coisas têm me acontecido. Coisas que não gosto de ficar comentando o tempo todo, mas que dá vontade dá.

Eu queria escrever sobre isso agora, mas não tô afim de ficar me expondo deste jeito. Como diria uma amiga: anyway, eu estou aqui fazendo um texto que não sou acostumado a fazer, pois geralmente refiro-me a mim na terceira pessoa.

Agora estou – e hoje eu estou muita coisa – com vontade de falar que sexta passada estava eu com uma pessoa próxima saindo da aula e indo direto para o restaurante, passamos alguns poucos minutos na fila, pois éramos os primeiros.

Essa pessoa filosofou algo muito relevante durante o almoço e que me fez pensar mais aquele dia – como se já não bastasse o tempo que gasto pensando nisso ou naquilo. Segundo essa pessoa, o ser humano é de um egoísmo extremo que na hora de sua morte não consegue pensar em ninguém a não ser ele mesmo.

Acontece que ela teve uma cãibra no pescoço – e eu bem sei como é horrível isso – e achou que fosse morrer ali mesma na sala de aula. Bem, o fato é que diferente de tudo que Hollywood nos relata, sobre filmes passando na nossa frente com os melhores momentos da nossa vida, pensamentos nostálgicos e tristes porque nunca mais vamos ver o brilho no olho daquela pessoa especial ou ouvir sua gargalhada divertida... o que acontece é justamente o oposto. É uma sensação de incapacidade, de ódio da pessoa ao lado por não poder fazer nada, de amargura por não ter feito tudo o que pretendia, um desejo louco de poder trocar de lugar com alguém e uma ira imensa da pessoa que está atrás preocupada porque quebrou uma unha. “Porra estou morrendo!”.

O assunto é pra lá de terrível de se lidar e pessimista de se comentar, mas não deixa de ser um fato que aconteceu e que me rendeu ótimas risadas, sem falar que daí partimos para outra viagem em assuntos dos quais não quero comentar agora. O texto tá grande e você está com preguiça de ler. Eu estaria.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Estou no céu

Olhei para o céu hoje e vi uma estrela. Olho para o meu novo lar e vejo dezenas mais. Cada uma com sua característica marcante, porém todas com o mesmo brilho. E eu estou por ali, entre tantos corpos celestes, brilhando junto – talvez – mas em especial, absorvendo e refletindo um pouquinho da luz de cada um. Me transformando em uma miscelânea de cores, de personalidade, de gostos e desejos.

Uns astros estão mais próximos a mim, outros tento me aproximar propositalmente.

Curioso, com tanto brilho, ninguém parece se ofuscar. Somos tão diferentes e tão iguais. Somos complementos uns dos outros. Somos todos estrelas formando uma única constelação: 2007/2. Um nome fácil que qualquer astrofísico adoraria criar. Oras, são números não são?

Somos uma constelação de cinqüenta, escolhidos a dedo por alguém lá em cima, ou aqui mesmo – Seleção Natural? – Não saberia dizer, mas agradeço a quem nos proporcionou tudo isso. Este equilíbrio é mais que perfeito. Somos cinqüenta e somos ao mesmo tempo um só. E quem sabe, em algumas décadas, mesmo que algumas estrelas se apaguem – e é difícil aceitar isso – ainda seremos a mais bela constelação a brilhar. Seja lá onde for.